terça-feira, 13 de outubro de 2015


Presidente da Sabesp, Jerson Kelman, durante audiência na Câmara Municipal de São Paulo 

Luiz França/CMSP
Presidente da Sabesp, Jerson Kelman, durante audiência na Câmara Municipal de São Paulo

Cadastro da companhia ficará em segredo por 15 anos, o que impede população de saber onde não faltará água no rodízio

A Sabesp, companhia de abastecimento de água controlada pelo governo Alckmin (PSDB), impôs segredo sobre dados que permitiriam à população saber onde haverá abastecimento ininterrupto de água na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) em caso de rodízio. O argumento é que a divulgação desses dados poderia causar vandalismo e até mesmo, numa "hipótese remota", o "planejamento de ações terroristas", segundo a companhialtimosegundo.ig.com.br/brasil/seca/2015-10-13/sabesp-ve-risco-de-acoes-terroristas-e-impoe-sigilo-sobre-dados-do-abastecimento.html
Promotores de Justiça Alexandra Facciolli Martins (segunda a partir da esq.), Ricardo Manuel Castro (terceiro), Otávio Ferreira Garcia (quarto) em audiência pública
Vitor Sorano/iG São Paulo
Promotores de Justiça Alexandra Facciolli Martins (segunda a partir da esq.), Ricardo Manuel Castro (terceiro), Otávio Ferreira Garcia (quarto) em audiência pública
O Ministério Público de Contas de São Paulo questiona R$ 400 milhões em contratos emergenciais feitos pela Sabesp sem que o governo Alckmin (PSDB) tivesse feito um reconhecimento formal de situação de emergência. Na terça-feira (18), pela primeira vez, o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) do Estado declarou existir uma "situação de criticidade".http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2015-08-20/mp-questiona-r-400-milhoes-contratados-pela-sabesp-sem-licitacao.html

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